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EMATER/RS: aumento na oferta de pastagens de inverno sustenta produção de leite

Autor: 
Data Criação: sexta, 10 de julho de 2020
Link: https://www.milkpoint.com.br/noticias-e-mercado/giro-noticias/ematerrs-aumento-na-oferta-de-pastagens-de-inverno-sustenta-producao-de-leite-220482/
   

Apesar das dificuldades climáticas que prejudicaram o desenvolvimento e a utilização das pastagens anuais de inverno em alguns dias da semana, o aumento na oferta de forragem nas propriedades, principalmente de aveia, tem resultado num aumento sustentado da produção de leite no Estado. Superado o período de entressafra, caracterizado pelo vazio forrageiro entre as pastagens de verão e as de inverno, que nesse ano se estendeu um pouco mais do que o normal, em função da estiagem prolongada, a produção avança em direção ao pico de produção no final de inverno/início de primavera. De um modo geral, a produção de leite no Estado vem crescendo a uma taxa entre 7,5% e 10%, em relação ao mesmo período do mês passado.



A maior oferta de pastagens aumenta a produção e a produtividade dos rebanhos e contribui para uma redução no custo de produção pelo menor uso de silagem e concentrados, o que amplia os ganhos financeiros dos produtores. Além disso, ao reduzir a necessidade de suplementação dos animais com silagem, as pastagens contribuem para economizar o volumoso conservado que neste ano está estocado em menor quantidade nas propriedades em função da estiagem.



Na regional de Soledade, os preços estão elevados para quem necessita adquirir silagem, atingindo o valor de R$ 0,35 a R$ 0,40/kg. Outros insumos, como ração e resíduos agroindustriais, também têm maior procura, elevando o custo de produção de leite.



Os silos abertos até o momento comprovam a previsão de baixa qualidade nutricional da silagem de milho desta safra, pela falta de grãos na massa ensilada devido aos efeitos da seca, necessitando de maior complementação energética na dieta dos animais em produção.



Nas regionais de Erechim e Ijuí, diversos produtores de leite relataram falta de energia elétrica na semana, por períodos de tempo variável, prejudicando a realização de tarefas de rotina com a ordenha dos animais e o resfriamento do leite. Em diversas localidades do Estado, foram verificadas dificuldades de trânsito de caminhões para a coleta do leite nas propriedades, devido ao excesso de barro nas estradas, no entanto, sem notícias de que o produto tenha ficado retido nas propriedades.



As condições climáticas, com a associação de frio, chuvas e ventos fortes, dificultaram a realização das atividades nas propriedades leiteiras, principalmente nas menos estruturadas em termos de instalações e máquinas e naquelas onde as tarefas são desenvolvidas por pessoas mais idosas.



Também os animais sofreram com o desconforto térmico e ficaram mais expostos a infecção da glândula mamária, em função do barro formado nos locais de descanso e nos caminhos, principalmente nas propriedades onde os animais não são estabulados.



O manejo dos animais na sala de ordenha também foi prejudicado devido ao barro formado ao redor das instalações, o que exigiu maior cuidado na higienização dos animais, dos locais de ordenha e equipamentos para não comprometer a qualidade do leite.



As informações são da Emater/RS.



 



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Bebidas vegetais: o leite realmente está em decadência?

Autor: 
Data Criação: sexta, 10 de julho de 2020
Link: https://www.milkpoint.com.br/noticias-e-mercado/giro-noticias/bebidas-vegetais-e-realmente-a-decadencia-do-leite-220486/
   

Durante anos, uma variação dessa frase apareceu em quase todas as notícias que abordam o consumo de leite fluido: "As vendas de leite caem enquanto as das bebidas vegetais aumentam".



É uma frase fácil de usar, porque, embora tenha sido uma afirmação factualmente precisa em seu próprio escopo limitado, pode ser usada para fins fantásticos, como exagerar o crescimento do consumo de bebidas à base de plantas ou elaborar uma narrativa falsa sobre as tendências dos lácteos que, na verdade, estão vendo seus mais altos níveis de consumo per capita em décadas. A afirmação nunca exigirá uma correção em um jornal, por isso persiste.



Exceto pelo fato de que não é mais verdade. A crise do coronavírus parece estar redefinindo os hábitos de consumo e os primeiros sinais são de que algumas dessas mudanças – incluindo o aumento da compra de leite – persistem enquanto os EUA reabre. Se as tendências atuais se mantiverem, o “renascimento do leite” poderá finalmente forçar uma revisão dos pontos de discussão do mito da "morte dos lácteos".



Os dados deste ano contam a história. Enquanto o leite supera as alternativas à base de plantas por uma margem superior a 10 para 1, 2020 começou como mais um ano de lento declínio nas vendas de leite nas lojas. E, de fato, os volumes de produtos à base de plantas estavam aumentando.





*milk = leite; plant-based = bebidas vegetais. 

Fonte: Federação Nacional dos Produtores de Leite



Então a crise ocorreu – e o comportamento mudou.



À medida que os consumidores esvaziavam as prateleiras das lojas, as bebidas lácteas e à base de plantas obtiveram ganhos – mas estes ganhos foram drasticamente diferentes. Enquanto os consumidores compraram 7,9 milhões de galões (29,9 milhões de litros) a mais de bebidas à base de plantas durante as duas semanas de pico de março do que no mesmo período do ano anterior, a demanda por leite explodiu em mais de 45 milhões de galões (170,34 milhões de litros), apagando seu declínio no ano em menos de duas semanas.





Fonte: Federação Nacional dos Produtores de Leite



Essa dramática reviravolta foi importante para os produtores de leite. Literalmente, os consumidores ajudaram a sustentar os laticínios, enquanto os pedidos de serviços de alimentação desapareciam e a assistência federal ainda não havia chegado. Mas depois que o choque dos bloqueios desapareceu e todo mundo já havia estocado, algo interessante aconteceu: as pessoas ainda compravam mais leite. Essa vantagem de cinco para um estabelecida em março permaneceu estável até maio.





Foto: Federação Nacional dos Produtores de Leite



Quando os tempos ficaram difíceis, os consumidores pareciam querer voltar ao conforto de alimentos naturais, saudáveis ??e nutritivos, como o leite, evitando o hype de marketing das alternativas à base de plantas, cujo sabor e perfil nutricional se mal comparam ao verdadeiro.



É difícil prever futuras tendências de varejo, especialmente nesse ambiente. Quando a vida se tornar mais "normal" e quando os restaurantes reabrirem, os consumidores vão trazer para casa o máximo de garrafas de leite da mercearia? Quando as escolas retornam, os pais comprarão menos leite para os filhos? Estas são perguntas em aberto.



O que sabemos é o seguinte: o leite está de volta nos carrinhos de supermercado, em grande quantidade. Seus ganhos são muito maiores que os concorrentes autoproclamados e mostram sinais de persistência. Os consumidores estão navegando nas novas realidades dos supermercados – e também as estão criando. O retorno do leite pode ser feito para durar. Chegou a hora de pausar as histórias de “o leite está lutando”. E isso significa ainda menos apoio ao mito da “morte dos lácteos”.



As informações são do Wisconsin State Farmer, traduzidas pela Equipe MilkPoint.



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Atualização do mercado global de lácteos para julho

Autor: 
Data Criação: quarta, 08 de julho de 2020
Link: https://www.milkpoint.com.br/noticias-e-mercado/giro-noticias/atualizacao-do-mercado-global-de-lacteos-para-julho-220433/
   

A Maxum Foods Pty Ltd. divulgou sua atualização global sobre commodities da indústria de laticínios em julho. Dustin Boughton, diretor de compras da empresa, disse que os mercados atacadistas de laticínios se recuperaram fortemente dos impactos da Covid-19, que levaram ao fechamento dos pontos de venda de alimentos em todo o mundo – principalmente nos EUA e na Europa – e a interrupção das viagens internacionais.



"O comércio foi mais lento nos primeiros quatro meses de 2020 em comparação a 2019, impactado por algumas dificuldades logísticas trazidas pela pandemia, mas também teve relação com os fortes números de 2019 para leite em pó, quando os preços eram muito mais baixos", disse ele.



Existem alguns fatores de tempo: o pico do comércio do leite em pó integral foi impulsionado pelo início do ano novo chinês, enquanto a venda de leite em pó desnatado no início de 2019 na UE continuou em março – o que significa que os comparativos foram fortes.



"Vendas fortes no varejo, vendas de serviços de alimentos sustentáveis, gastos com ajuda governamental nos EUA e efeitos de um menor suprimento de leite estão elevando os preços de queijo e manteiga", explicou Boughton.



Ele disse que uma profunda recessão está se desenrolando devido às enormes perdas de renda com o fechamento de negócios, que diminuirão os gastos das famílias nos mercados ocidentais e enfraquecerão as economias do mundo em desenvolvimento.



O relatório de julho diz que, à medida que a recessão ocorre, os gastos com alimentos nas economias ocidentais serão afetados, reduzindo os gastos discricionários, consumo de alimentos e gerando menos gastos no supermercado.



"O efeito sobre a demanda de queijos será o driver mais importante do impacto nos mercados de laticínios, já que a indústria, em resposta à demanda mais fraca, aumentará a produção de leite em pó nos próximos meses", disse Boughton. Na perspectiva, ele observou que a demanda da UE e dos EUA por queijo permanecerá no segundo semestre de 2020, antes de melhorar em 2021.



"O impacto na demanda por creme, sem o consumo no foodservice, aumentará a produção e os estoques de manteiga", disse ele. "A demanda dos mercados de exportação, também com setores fracos de foodservice para o resto do ano, não ajudará, apesar dos preços serem mais atraentes".



A suprimento de leite será muito importante nessa perspectiva, com diferentes possíveis tendências entre os principais produtores. 



Os preços do leite em pó desnatado e do leite em pó 0% de gordura continuaram estáveis, se recuperando após o pior dos choques da Covid-19, já que os mercados de queijo e gordura também se estabilizaram.



Os valores spot de leite em pó integral permaneceram mistos até junho; os preços da Nova Zelândia melhoraram, enquanto o produto da UE estava estável. No entanto, o produto da UE continua sendo negociado com um prêmio. O comércio do leite em pó integral encolheu (com exportações para a China 16% mais baixas) ainda em maio, com quedas nas exportações registradas pela Nova Zelândia e Uruguai.



"Os mercados globais de queijo provavelmente serão impactados em todo 2020 pela interrupção das vendas de foodservice, mas nem todo o impacto será negativo", observou Boughton. A atenção está na influência sobre a demanda nos principais mercados da UE e dos EUA, afetando os preços de exportação, mas também a produção de leite em pó desnatado/manteiga.



Os preços mundiais da manteiga convergiram com a melhoria dos preços no atacado da UE, enquanto os mercados da Oceania se enfraqueceram com a demanda que refletiu a lenta reabertura dos canais de foodservice e os impactos nos gastos dos consumidores à medida que a recessão ocorre. Embora a demanda do mercado de alimentos permaneça dinâmica, não há perspectiva de que isso possa compensar a perda de vendas de manteiga nos pontos de venda.



Os preços dos produtos de soro de leite foram impactados devido a mudanças na produção de queijo devido à Covid-19, valores relativos de proteínas e demanda por determinadas aplicações, concluiu Boughton.



 



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Inmetro renova acreditação de Laboratório de Qualidade do Leite da Embrapa

Autor: 
Data Criação: quarta, 08 de julho de 2020
Link: https://www.milkpoint.com.br/noticias-e-mercado/giro-noticias/inmetro-renova-acreditacao-de-laboratorio-de-qualidade-do-leite-da-embrapa-220423/
   
A Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) renovou a acreditação do Laboratório de Qualidade do Leite (LQL) da Embrapa Gado de Leite. Essa é a terceira vez consecutiva que a acreditação é renovada.


 


Segundo o analista Anderson Christ, gestor do Laboratório, essa renovação consolida a confiança de produtores e laticínios pelos serviços prestados: “Ela vem num momento importante, de transformação do LQL. O Laboratório passa por uma nova fase em seus trabalhos, com o fornecimento de resultados de caseína e nitrogênio ureico”.


 


Christ prossegue: “O laboratório também se torna um instrumento de transformação dos clientes, oferecendo soluções nas questões relacionadas a qualidade do leite, seja por meio de cursos EAD, boletins mensais de conjuntura e webinars técnicos”. Segundo o gestor, está sendo desenvolvido um novo software que permitirá maior integração com os clientes trazendo maior agilidade nas informações.


 


Outra mudança importante foi a ampliação do relacionamento com a indústria, com o recém-implementado sistema de coleta das amostras de leite diretamente nos laticínios, em veículo próprio refrigerado e com monitoramento em tempo real. O processo contribui para evitar o descarte de amostras por problemas de conservação em razão de temperatura fora do padrão.


 


A nova modalidade também permite a rastreabilidade de toda a logística, desde o laticínio até o LQL. “O processo de coleta está na fase inicial, com os ajustes necessários a um sistema dessa complexidade, com quase 10.000 quilômetros em quatro rotas distintas”, diz. O LQL da Embrapa atende cerca de 150 clientes, com um total estimado de 30.000 amostras, abrangendo quase 120 cidades em quatro estados (MG-BA-RJ-ES).


 


A auditoria externa foi realizada pelo Inmetro em novembro do ano passado e a próxima avaliação para manutenção da certificação ainda não foi agendada, mas deve acontecer somente no final do próximo ano.


 


As informações são da Embrapa Gado de Leite.


 



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